Vitrine

quinta-feira, 31 de março de 2011

Sete mulheres engravidam depois de sentar na mesma cadeira


Seis, das sete mulheres que sentaram na cadeira da fertilidade do hotel.
Sete mulheres que trabalham na recepção de um hotel engravidaram depois de terem sentado na mesma cadeira, em Milton Keynes, na Inglaterra. Elaine Ledster, Kim Gidley, Laura Burchill e Gina Ripley tiveram meninos e suas colegas Alyce Grisley, Claire Fitchett e Seran Daines vão dar à luz em breve. O assento azul, que está sendo chamado de “cadeira de fertilidade”, agora está sendo evitado pelas demais funcionárias do hotel.

Do Extra

Dança e comédia


terça-feira, 29 de março de 2011

Meu primeiro Fusca


Fusca 79, cor branca, excelente estado de conservação, bancos reclináveis de couro, lataria 100%, motor e caixa de marcha à toda prova, pneus tala larga, descarga Kadron, faróis de milha, toca-fitas Roadstar. Parece anúncio dos classificados de jornal, mas é a descrição do meu primeiro carro de verdade.  Sim, porque o primeiro que eu comprei não tive o prazer de dirigir nem para tirá-lo da garagem. Já contei essa história aqui.

Com esse Fusca a história foi diferente. Pertencia a um colega de trabalho que não tinha nenhum zelo pelo carro. Fiz uma proposta de compra que ele aceitou na hora. Que dia feliz! Já andava aborrecido de tomar ônibus lotado e nesse dia voltei para casa de carro. Sujo, encardido, derrubado, mas... um carro!

A partir desse dia minha vida era arrumar o Fusca. Banho de tinta, polimento, manutenção na mecânica, troca de pneus e o carrinho já mudou de feições. Aliás, mudou tanto que o antigo dono não o reconheceu quando o viu renovado. Realmente parecia carro novo - naquela época Fusca ainda era fabricado. Fusca em pé, etapa seguinte foi equipa-lo. Até nisso o besouro era imbatível. Com pouco investimento já virava carro de boy, arrancando olhares de cobiça da galera jovem e olhares de soslaio dos mais velhos que não gostavam nadinha de carros modificados.

Curtí demais esse Fusca. Possuí muitos outros depois, mas nenhum teve a importância desse primeiro. Era o meu Herbie particular.

Por Adriano Trinta

domingo, 27 de março de 2011

Discar 5683 no telefone deixa você mais amoroso



Vai lá, faz o teste. Pega o telefone, tecla 5683 e espera um pouquinho. (…) E aí, deu vontade de abraçar a mamãe?

Bem, se não, deveria ter dado.

A sacada é de cientistas da Universidade de Würzburg, na Alemanha, que resolveram aproveitar o duplo significado das teclas do telefone (elas estão associadas tanto a numerais quanto a letras, né?) para testar o quanto discar uma sequência de números pode, sem que a gente se dê conta, estimular emoções e nos fazer agir de alguma forma específica.

Durante o estudo, pressionar a sequência 5683 (que forma LOVE, “amor”) deixou mesmo os voluntários se sentindo mais amorosos – efeito que foi medido e comprovado em testes posteriores. E isso mesmo sem as letras estarem escritas no teclado e sem os participantes estarem cientes da correspondência das teclas. Em outro momento, eles demonstraram preferência por números relacionados a palavras positivas (37326, DREAM, “sonho”, por exemplo), em comparação a números relacionados a palavras negativas (75463, SLIME, “lodo”, por exemplo). Confirmando ainda mais o efeito, declararam mais simpatia por empresas cujos números de telefone formavam palavras relacionadas ao seu ramo de atuação (LOVE, “amor”, para uma agência de namoro; CORPSE, “defunto”, para uma funerária).

O princípio é aquele: tudo o que fazemos, qualquer ação, ativa alguma resposta do cérebro – resposta essa que, muitas vezes, não é aparente. É o caso das emoções. E alguns de nós estão tão acostumados a usar as teclas numéricas para escrever mensagens que as palavras se formam naturalmente na cabeça enquanto discamos. E, aham, mexem com a gente.

Da Super

quarta-feira, 23 de março de 2011

O fumante ocasional


Houve uma época em que eu fumava. Ou melhor, comprava cigarros. Anos 80. adolescente querendo impressionar as meninas, achava que o cigarro me fazia parecer mais velho, mais másculo, mais charmoso, mais seguro... mais um monte de coisas. Certamente influenciado pela maciça propaganda da indústria tabagista. Naquele tempo não havia proibições nem restrições do Ministério da Saúde e quem não fumava não era de boa raça.

Então eu comprava cigarros. Uma carteira por dia, porque a marca mais fumada desde sempre foi o "se me dão". Mas eu até gostava que a carteira acabasse no mesmo dia. Se minha mãe soubesse que eu andava com cigarros ia me dar uma bronca daquelas. Eu já era independente financeiramente. mas como diz um antigo ditado "enquanto comer do meu feijão vai provar do meu cinturão".

As propagandas de cigarros eram um capítulo à parte. "Ao sucesso com Hollywood" certamente era a mais famosa. Superprodução nos videoclipes que mostravam uma galera bonita, jovem, saudável, sempre praticando algum esporte radical... e fumando, claro. Haviam diversas marcas, mas o meu preferido mesmo era o kingsize filtro da carteira dourada. Afinal "O importante era ter Charm!".

Por Adriano Trinta


Como transformar água suja em potável


Mais de 31 milhões de brasileiros ainda não têm água tratada, segundo o IBGE. A água contaminada ainda é uma das principais causas de doenças em todo o país. O Jornal Hoje divulgou uma forma simples e barata que pode melhorar bastante a saúde da população.

Purificação solar

Armazenar água da chuva é uma ótima solução, mas antes de usar ela precisa passar por um processo de limpeza. Água de poço, então, nem se fala. Dá para fazer tratamento com filtros ou com cloro. Mas jeito mais simples e barato é a purificação solar.

É só colocar toda a água que você vai usar nos próximos dias em garrafas de plástico transparentes. Colorida ou de vidro não servem. Basta deixar seis horas no sol. Com céu nublado, elas precisam ficar expostas por dois dias. O que funciona aqui não é o calor, mas a radiação solar.

Para tirar a dúvida, a Universidade Federal do Ceará examinou uma amostra de água retirada do poço.

“Esses pontos amarelos indicam a presença de coliformes totais na água”, mostra Antonio Lima Farias Filho, engenheiro químico da UFC. Depois de seis horas no sol, fizemos um novo exame. A água que estava poluída agora está limpa, pronta para ser bebida. “Não há bactérias do grupo coliformes", atesta o engenheiro.

Do Jornal Hoje

segunda-feira, 21 de março de 2011

Conversa de calango


Dia desses encontrei um calango na pia da lavanderia de casa. Um filhote. Deve ter se aventurado atrás de algum inseto, caiu e não conseguiu mais sair devido à superfície lisa da cuba. Com jeito, coloquei um pano formando uma rampa para a borda e de lá uma tábua para ele descer. Saí de perto para não assusta-lo e fiquei observando. Ele saiu desconfiado e sumiu lá para os fundos do quintal. O terreno é coberto por vegetação, então tem muitos desses bichinhos por lá.

Uns dois dias depois estava eu tomando café na varanda e apareceu novamente o calanguinho. Ele e mais dois calangos grandes, que me pareceram ser o pai e a mãe dele. Os três ficaram me olhando e imaginei que o filhote havia trazido a família para apresentar ao seu benfeitor. Sorri... olhei para eles com o olhar de quem é incapaz de fazer mal a uma mosca e eles entenderam o sinal. Desse dia em diante passeiam pelo quintal a qualquer hora, totalmente despreocupados em relação a mim. Somos amigos.

De vez em quando coloco mamões maduros sobre um toco, no quintal. Eles não comem as frutas, mas adoram os mosquitinhos que elas atraem.

Por Adriano Trinta