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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Você acredita em que?


Pode ser que um dia deixemos de nos falar….Mas, enquanto houver amizade, faremos as pazes… Pode ser que um dia o tempo passe… mas se a amizade permanecer, um do outro há de se lembrar… Pode ser que um dia nos afastemos… mas se formos amigos de verdade a amizade nos reaproximará…

Pode ser que um dia tudo acabe… mas, com amizade, construiremos novamente… algo interessante… Há duas formas para viver sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre…a outra é acreditar que todas as coisas são um milagre…..

Você acredita em quê mesmo?

Albert Einstein

quinta-feira, 14 de abril de 2011

De pai para filho


Frases extraídas do livro Live a Happy (Viver Feliz), do escritor norte-americano Jackson Brown,  um dos livros mais vendidos em todo o mundo.
São frases de Brown para seu filho, pouco antes de ele ingressar em uma universidade.

  • Aprende a compartilhar com os demais e descobre a alegria de ser útil a teu próximo.
  • Observa o amanhecer pelo menos uma vez ao ano.
  • Aprende a olhar as pessoas desde suas sandálias e não desde as tuas. Localize tuas pretensões no marco das possibilidades.
  • Confia em Deus, mas fecha teu carrocom a chave.
  • O grande Amor e o grande Desafio incluem também o grande Risco.
  • Muito importante: sem dívidas, sem problemas.
  • Dê tua mão a teu filho a cada vez que tenha oportunidade. Chegará o momento em que isso já não será possível.
  • Não perca nunca o sentido do humor, e aprende a rir de seus próprios defeitos.
  • Escute o dobro do que falas (por isso Deus nos deu dois ouvidos e uma so boca).
  • Não descarte uma boa idéia só por que porque não gosta de quem a teve.
  • Faça o que seja correto, sem importar o que outros pensem.
  • Mostre respeito extra pelas pessoas que fazem o trabalho mais pesado.
  • Nunca ameace se não está disposto a cumprir.
  • Nunca confunda riqueza com sucesso. 
  • Nunca existe uma segunda oportunidade para causar uma boa impressão. 
  • Nunca inveje: a inveja é a homenagem que a mediocridade rende ao talento. 
  • Às vezes, o silêncio é a melhor resposta. 
  • Trate seus empregados com o mesmo respeito que trata seus amigos. 
  • É possível conseguir mais das pessoas por meio do estímulo do que da censura: diga ao fraco que ele é forte e o verá fazendo força. 
  • O que não vive para servir, não serve para viver.

terça-feira, 12 de abril de 2011

As sete virtudes


Fala-se mais dos sete pecados capitais do que das sete virtudes... Mas, quais são mesmo?

As sete virtudes são derivadas do poema épico Psychomachia, escrito por Prudêncio, intitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa. É alegado que a prática dessas virtudes protege a pessoa contra tentações dos sete pecados capitais, com cada um tendo sua respectiva contra-parte. Existem duas variações distintas das virtudes, reconhecidas por diferentes grupos.

Ordenadas em ordem crescente de santicidade, as sete virtudes sagradas são:

Castidade (latim: castitas) — opõe luxúria.

Auto-satisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.

Generosidade (latim: liberalitas) — opõe avareza.

Despreendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações.

Temperança (latim: temperantia) — opõe gula.

Auto-controle, moderação, temperança. Constante demonstração de uma prática de abstenção.

Diligência (latim: diligentia) — opõe preguiça.

Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com a própria fé.

Paciência (latim: patientia) — opõe ira.

Serenidade, paz. Resistência a influências externas e moderação da própria vontade.

Caridade (latim: humanitas) — opõe inveja.

Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos.

Humildade (latim: humilitas) — opõe soberba.

Modéstia. Comportamento de total respeito ao próximo.

Da Wikipédia

sábado, 9 de abril de 2011

domingo, 20 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Do coração de um velho índio americano



Não me interessa o que você faz para ganhar a vida.
Quero saber o que você deseja ardentemente, se ousa sonhar em atender aquilo pelo qual seu coração anseia.

...Não me interessa saber a sua idade.
Quero saber se você se arriscará a parecer um tolo por amor, por sonhos, pela aventura de estar vivo.

Não me interessa saber que planetas estão em quadratura com a sua lua.
Quero saber se tocou o âmago de sua dor, se as traições da vida o abriram ou se você se tornou murcho e fechado por medo de mais dor!

Quero saber se pode suportar a dor, minha ou sua, sem procurar escondê-la, reprimi-la ou narcotizá-la. Quero saber se você pode aceitar alegria, minha ou sua; se pode dançar com abandono e deixar que o êxtase o domine até a ponta dos dedos das mãos ou dos pés, sem nos dizer para termos cautela, sermos realistas, ou nos lembrarmos das limitações de sermos humanos.

Não me interessa se a história que me conta é a verdade.
Quero saber se consegue desapontar outra pessoa para ser autêntico consigo mesmo, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua alma. Quero saber se você pode ver beleza mesmo que ela não seja tão bonita todos os dias, e se pode buscar a origem de sua vida na presença de Deus. Quero saber se você pode viver com o fracasso, seu e meu, e ainda, à margem de um lago, gritar para a lua prateada: ‘Posso!’

Não me interessa onde você mora ou quanto dinheiro tem.
Quero saber se pode levantar-se após uma noite de sofrimento e desespero, cansado, ferido até os ossos, e fazer o que tem de ser feito pelos filhos.

Não me interessa saber quem você é e como veio parar até aqui.
Quero saber se você ficará comigo no centro do incêndio e não se acovardará.

Não me interessa saber onde, o quê, ou com quem você estudou.
Quero saber o que o sustenta a partir de dentro, quando tudo o mais desmorona.
Quero saber se consegue ficar sozinho consigo mesmo e se, realmente, gosta da companhia que tem nos momentos vazios.

Sonhador da Montanha Oriah - ancião índio americano.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

As quatro leis da espiritualidade


Na Índia, são ensinadas as “quatro leis da espiritualidade”:

A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa”.

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”.

Nada, nada absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro …”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo”.

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina”.

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado!

Bom dia e boas energias. Eu acredito em você.

Por Gilberto Pompermayer - Professor Universitário, Conferencista Motivacional, Comportamental, Educacional e Vocacional.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Existência sem vida


"Eu vejo gente morta.Gente que morreu para o amor, para a gentileza, para a amizade, para o afeto, para a solidariedade, para o respeito. Que Deus não me permita morrer e continuar respirando."

Sandra Santos

domingo, 16 de janeiro de 2011

Domingo alegre!


Tudo na vida passa no tempo e, tudo que o tempo leva jamais volta!
Aproveitemos o dia de hoje!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Sabedoria


Nos escritos de Carl Sandburg encontra-se:

“O homem branco riscou na areia um círculo pequeno e falou ao pele vermelha: Isto é o que os índios sabem. Depois, riscando um círculo maior em torno do pequeno, acrescentou: E isto é o que o branco sabe.

O selvagem tomou o bastão e traçou um círculo ainda maior, abrangendo ambos os círculos, e disse: Isto é o que branco e vermelho não sabem”.

domingo, 4 de julho de 2010

Você se considera uma boa pessoa ?


Quase todos se acham boas pessoas...

Mas, a grande questão é:

“Será que você é bom o bastante para entrar no Céu?”

Responda a este pequeno teste e encontre a resposta:

domingo, 20 de junho de 2010

Felicidade


Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.

Mário Quintana

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Na ìndia, são ensinadas "As Quatro Leis da Espiritualidade"


A primeira diz:

"A pessoa que vem é a certa"

Significa que ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor estão interagindo conosco. Há sempre algo que nos faz aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz:

" Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”

Nada, nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito tal coisa ..., aconteceu que um outro ...". Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos alguma lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz:

"Toda vez que você iniciar é o momento certo"

Tudo começa na hora certa: nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é o momento em que a coisas acontecem.

E a quarta e última:

"Quando algo termina, acaba realmente"

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas foi para a nossa evolução, por isso é melhor seguirmos em frente e nos enriquecermos com cada experiência.

Acho que não é por acaso que estão lendo isto...

Se este texto vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado!

Viver bem o amor universal com toda a tua alma e ser extremamente feliz! É o resumo destas 4 leis...

Colaboração de Sheila Ivanilda